Músicas, Seriedades, Burridades e Coisas Ogonorantes.

Um blog para quem não tem nada para fazer. Para pessoas que vieram do nada e hoje não tem porra nenhuma.

sábado, 18 de maio de 2013

Essa é demais!

Olha o que dá essa história de formalidade do emprego doméstico. Um conhecido resolveu registrar a empregada, leu a lei e relacionou tudo que precisava: Carteira de Trabalho e o tal de NIT (Número de Inscrição do Trabalhador), sem esse tal de NIT não consegue pagar o INSS e nem tampouco o FGTS. Preocupado chamou a empregada e foi logo cobrando: - Ô Maria, para teres todos os teus direitos, preciso que me dê o teu NIT. A empregada saiu chorando da sala, e denunciou o meu amigo por assédio sexual. Disse ela que nunca negou o cú para nenhum patrão, mas o NIT é demais.

Coisa linda de ver # 14

Chegou, quanto orgulho!

Quem já está em Belém é o Camilo Delduque que esteve 20 dias na Itália, precisamente em Milão, na terra dos costureiros machos. Nosso Camilo ganhou todos os prêmios: a Tesoura de Ouro, a Fita Métrica Rosa Pink e a Agulha Dourada. Quanto orgulho. Sinto inveja do meu amigo. Já tentei ser estilista e não dei sorte pra isso. Nos idos de 1996 era casado com a Katia Rocha que tinha um atelier de costura, fabricava roupas de cama, mesa e banho. Na ocasião resolvi contribuir no design de peças para banheiro, criei até um nome artístico “Renan Guajará o estilista de tampa de cintina”. Fui um fracasso.
Tampa de Cintina.

Desculpa aí...

Um repórter do Jornal Nacional pergunta para um rapaz na praia de Copacabana: - Por favor, você pode me dizer o que gosta mais de comer na vida?
- Cú com leite condensado!
- Ei, espera aí! Seja um pouco mais discreto, afinal estamos numa transmissão ao vivo, em rede nacional.
- Desculpa aí, eu até que disfarcei… na verdade nem gosto de leite condensado…

Pra que chorar no som do blog.

Nesta semana escolhi uma bossa nova das antigas: Pra que chorar, composta por Baden Powell e Vinicius de Moraes. A interpretação é de Carol Saboya, presente em seu disco: Bossa Nova (Oasis Records – 2000).

Quando o bebê não gosta da mamãe.

Não queria falar...mas...

Garfaram meu Corinthians na última quarta-feira. Não sei se o futebol que jogou seria suficiente para se eliminar o Boca Junior, mas fez os gols que precisava (três, 1 válido e 2 anulados, isso sem contar com o pênalti não marcado). O que mais me chamou atenção foi a postura do juiz ladrão quando tomava a decisão de não marcar o lance. 
Partia incisivo para cima dos jogadores do Corinthians com gestos bruscos, de militar, daqueles que avisam, não vem chorar, já marquei e dane-se. Tipo algo decidido previamente, premeditadamente.

Marketing caboclo.

Essa quem me alertou foi o amigo Lelo Coroa. O único lugar do mundo onde tem de tudo que você precisa é birosca de caboclo. Qualquer coisa que você pergunte se tem, ele responde afirmativamente, ou seja:
- Seu Zé, tem palha de aço?
- Tem, mas ainda não chegou!
- Seu Zé, tem gelo?
- Tem, mas ainda está mole!
É mole...isso é que é marketing.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Resposta para comentário anônimo.

Recebi como comentário do post "Eu assinei, e você?" o seguinte texto criticando minha decisão em assinar o manifesto contra a UHE de Belo Monte: "sr. condureba o senhor conhece algum indio americano, russo,chines, coreano? algum ribeirinho frances, ingles, holandes, americano? já visitou as imensas florestas da europa? já viu um filhote de dinossauto na alemanha? é, acho que temos que preservar tudo isto para que um dia um maconheiro democrata americano destrua com um bomba só, o senhor os viu assinarem algum protocolo para preservar o meio ambiente? pelo amor que tens a não sei quem, não se faça de ingenuo por pequenos motivos políticos. Acho que não conseguirão o nº de assinaturas suficientes, pois ainda temos muita gente para ensinar a assinar o nome e eles não aprenderão a faze-lo com as novelas da globo."
Julgo que o anônimo não seja paraense, como sou, e não teve e não tem conhecimento de causa para criticar propostas desenvolvimentistas destinadas tão somente a consolidar a lógica do desenvolvimento do sul e sudeste em detrimento dos nortistas e nordestinos. Já vi esse filme desde a época dos militares quando vieram com planos mirabolantes de promover a ocupação da região amazônica, a partir de eixos desenvolvimentistas como a Transamazônica e a Calha Norte. Acho que nunca teve a oportunidade de trafegar pela Transamazônica e constatar a desertificação as marges da rodovia, que apesar de ser federal, é uma tragédia em termos de trafegabilidade. Jamais foi a um dos municípios da margem direita do rio Amazonas, que só agora são beneficiados com a energia elétrica de Tucuruí que apesar de estar em solo paraense, ainda não beneficia a totalidade dos que aqui nasceram. A Calha Norte então nem se fala, pouco existe, é um arremedo de estrada, porém deixou profundas feridas na floresta que empobreceram nosso patrimônio.
Por sua vez, já tive oportunidade de ver experiências fantásticas de utilização de nossos recursos naturais utilizados de forma responsável, com sustentabilidade, que promovem o desenvolvimento de nossa gente e do Brasil, sem causar danos ambientais irreversíveis ao nosso ecossistema. Procure conhecer a experiência da Natura, a grande indústria de cosméticos e perfumes brasileira, com sede no eixo sul-sudeste do país, mas com enorme preocupação com o que temos de mais importante. Desenvolvimento não significa conceber metrópoles de cimento armado solidificadas sobre o ônus de nossas florestas. Você por ocaso já teve oportunidade de estudar algo acerca do mercado de carbonos, já leu sobre ICM Ecológico, já procurou conversar com o caboclo que vive no seio da floresta e hoje tem uma renda digna fornecendo recursos florestais, matéria prima para grande número de indústrias responsáveis desse país. 
Não sei se você conhece alguém que nasceu onde hoje está o reservatório de Tucuruí, você tem ideia do que representa retirar pessoas de sua terra natal, de sua cultura e alojá-los em subúrbios das grandes metrópoles, empurrando-os para a bandidagem forçados pela fome que lhe doí, da falta do peixe que antes abundava sua mesa, humilde, mas digna.
Retire a gravata, para de pensar como os gringos, ponha um jeans, vá até o Marajó onde se tem o menor IDH do Brasil, lá você vai ver que não há cidades de concretos, shoppings, restaurantes, carros de luxo e outros símbolos falsos do desenvolvimento. Você vai ver rios, florestas e pessoas, que não roubam, que não fazem mendicância, pois tem onde morar, o que comer, de viver dignamente, usufruindo com sapiência dos recursos renováveis que a natureza nos proporciona. A felicidade, o desenvolvimento são conceitos relativos que não podem ser padronizados como o IDH.
Belo Monte é um projeto antigo, cujo governo federal quando oposição, foi capaz de enumerar todos os seus efeitos danosos ao meio ambiente, para as pessoas que lá residem, para nós paraenses que estamos cansados de ver nossos quintais serem invadidos por gente que não tem conhecimento suficiente para falar de amazônia.
Não me importa se as pessoas que encabeçam esse movimento sejam globais, o relevante nisso tudo, é que temos pelo menos alguns desses globais preocupados com o que nós nos preocupamos de há muito tempo. Quanto a ignorância de nosso povo, que mal sabe assinar o nome quanto mais um manifesto, é preciso que alguém comece a mostrar a eles o outro lado da história, e quem sabe um dia eles possam ter discernimento suficiente de escolher seus caminhos, sem as tais bolsas políticas que o governo lhes dá em troca da perpetuação do poder. 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Eu assinei, e você?

Não sou eco chato de carteirinha, que luta contra tudo em prol da questão ambiental, contra o desenvolvimento de nossa economia. Mas quando o desenvolvimento pode ser alcançado sem que se agrida o meio ambiente, é hora de parar, pensar, buscar soluções alternativas que nos garanta o desenvolvimento sustentável. Desta feita resolvi assinar e aderir ao pessoal do Movimento Gota D’água que realiza em prol de nosso futuro, luta contra a hidrelétrica de Belo Monte, em nosso Estado, pelas razões expostas no vídeo abaixo. Veja! E se você acha que o que está sendo esclarecido a nós brasileiros é sério, e precisa que se faça alguma coisa, acesse o site do movimento e assine a petição (www.movimentogotadagua.com.br/).
video

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Quiproquó.

Já imaginou um enfermeiro falando para os pais do enfermo: “vou aplicar uma pica no cú do puto”. Uma mãe ralhando com seu filho em plena via pública: “meto-te cinco dedos no cú, canalha”. Ou uma namorada pedindo ao namorado: “Sem durex não tem sexo”. Seria um quiproquó danado. Mas lá em Portugal, isso é besteira. Por lá, pica é injeção, cú é bunda e puto é adolescente, canalha é criança e durex é camisinha.

Crtl C / Crtl V.

Muitos acham graça dessa imagem desnaturada, preconceituosa, e esquecem se não fosse o google, não estariam nas festas de formaturas.