Músicas, Seriedades, Burridades e Coisas Ogonorantes.

Um blog para quem não tem nada para fazer. Para pessoas que vieram do nada e hoje não tem porra nenhuma.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O último.

Passados 4 dias do dia da data de direito faço hoje de fato meus 60 anos. E pelo andar da carruagem cravo, com toda minha convicção estatística, que este será o último dos 60 anos que comemoro. Eita vidão. Se voltar a fita e repassar tudo que vivi, há coisas que gostaria de apagar e há coisas inesquecíveis, que carregarei comigo até a onde a vida não me faltar. Essa reunião que faço hoje será sem dúvida um desses momentos marcantes, pois agrega tudo aquilo que me motiva a viver feliz: os amigos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Tô voltando.

Depois de alguns meses de férias, sombra e água quente (depois que desmataram a amazônia a água não é mais fresca), o blog vai voltar cunscas. Estou elaborando as pautas e logo no início do ano o pau vai torar. Até lá vou postar algumas burridades que acontecem diariamente no mundo.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Perdemos a chance.

Em 2006 o Senador Cristovam Buarque foi candidato a Presidente da República nas eleições daquele ano, e o Brasil preferiu reeleger Lula. Perdemos a chance de ter um Brasil melhor se ele tivesse sido eleito. Teríamos um Brasil mais íntegro e trabalhando de fato pelos campeonatos que nos envergonham. Leiam a carta que o Senador Cristovam Buarque escreveu para o Zagueiro David Luiz...

Desculpe, David Luiz!
*Por Cristovam Buarque
O Brasil é um País privilegiado. Sabemos do privilégio na natureza e nas características do povo, mas tem um privilégio na história: o fato de que não termos traumas que outros países têm nas suas histórias. Nunca perdemos uma guerra, nem nos nos rendemos. A Alemanha sofreu duas derrotas e rendições em um mesmo século. A França foi invadida e ocupada durante quatro anos pelo exército alemão. Os Estados Unidos tiveram uma traumática guerra civil e presidentes assassinados. Nossos traumas se resumem ao suicídio de um presidente, e perda da Copa do Mundo para o Uruguai, no último minuto, 64 anos atrás.
Agora, neste 8 de julho de 2014, ficamos com a sensação de um grande trauma nacional por causa da desastrosa derrota por 7 a 1 que nossa seleção sofreu diante da Alemanha. Por sermos o país do futebol, por termos este esporte entrando na alma de nosso povo, e por sermos atualmente bons, os melhores historicamente, nós temos a razão de sentirmos o trauma com a derrota da
seleção ontem. O que surpreende é como não temos outros traumas.
Por exemplo, estamos profundamente abatidos no Brasil inteiro porque perdemos de 7 a 1 para a Alemanha, mas jamais nos lembramos de que a Alemanha teve 103 Prêmios Nobel e nós nenhum. Com toda a tristeza que sinto pelo fato de termos sido derrotados, e com um escore tão grande, do ponto de vista do interesse nacional, do ponto de vista das consequências para o futuro, é muito mais grave para o futuro do País o fato de estarmos perdendo para a Alemanha de 103 a zero, no campeonato de Prêmio Nobel.
Nós não nos traumatizamos, no dia 14 de março de 2013, quando foi divulgado o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, que nos deixou em 85º lugar, entre 106 países analisados. Entre estes países estão alguns dos mais pobres do mundo, e ficamos em 85º – quase lanterninha –, e não nos traumatizamos. E nós nos traumatizamos por sermos o quarto ou até o terceiro em futebol, dependendo do resultado do jogo no próximo sábado. O mundo inteiro disputou para ter seus times na COPA. Foram selecionados 31 e nós fomos disputar com eles. Apenas 32 foram selecionados como os melhores. Aos poucos foram sendo eliminados. O nosso chegou ao último estágio, que são os quatro finalistas. Não chegamos à finalíssima, mas chegamos à anterior. Na pior das hipóteses, sairemos dessa Copa como a quarta melhor seleção de futebol do mundo. E o Brasil está de luto, num sofrimento que dói na gente, sobretudo quando vemos as crianças que choraram no estádio e nas ruas pela derrota que elas não esperavam. Nem entendem.
Mas não nos traumatizamos no dia 3 de dezembro de 2013, quando foi divulgada a classificação do Brasil na educação, entre 65 países, e ficamos em 58º. Uma avaliação que analisa 65 países, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, da Europa, deixa-nos em 58º, entre 65 e não houve nenhum trauma naquele 4 de dezembro, dia seguinte à divulgação do resultado. Este campeonato que não gerou qualquer tristeza, mas suas consequências para o Brasil são muito mais trágicas, do que o resultado do jogo contra a Alemanha.
Nós não tivemos o menor constrangimento, o menor trauma, a menor tristeza, quando, no dia 1º de março de 2011, a Unesco divulgou a sua classificação da educação para 128 países, e nos colocou em 88º. Ou seja, um dos piores. E, quando falamos em 128 países, estamos incluindo os mais pobres do mundo, não nos comportamos apenas com países da elite educacional, não foram apenas os BRICS, nem apenas os emergentes: Temos toda a razão emocional de estarmos tristes por termos sido excluídos da finalíssima decisão de quem será o campeão deste ano. Temos toda a razão de estarmos tristes, porque ainda não foi este ano que ganhamos o hexa, mas também precisamos ficar tristes com as outras nossas classificações: na educação, na saúde publica, na violência, no quadro social.
Todo o direito à tristeza, mas não esqueçamos as outras razões para sofrer também, até porque são essas outras razões de sofrimento que nos levariam a superar os nossos problemas e construir um futuro que nos vem sendo negado há séculos.
Precisamos ver, nessa derrota, como o jogador David Luiz no final do jogo, quando ainda dentro do campo, pela televisão, chorando, disse o seguinte: “Desculpa, por não ter feito vocês felizes nesta hora”. Veja que grandeza: ele não disse que estava triste por não ser campeão do mundo. Estava triste por não ter feito a nós, os brasileiros, felizes nessa hora. E continuou “Mas aqui tem um cidadão disposto a ajudar a todos”, Ou seja, a derrota foi de um jogo, não foi a derrota de uma história. E continua: “Eu só queria dar alegria para o meu povo que sofre tanto por tanta coisa”.
Esse sentimento vindo dele confesso que me surpreendeu, quando ele lembra: “queria dar uma alegria para esse povo que sofre tanto por tanta coisa”. E ele diz: “Queria pedir desculpa”, “só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol”. Veja que sentimento esse rapaz teve. Sair daquela derrota chorando e lembrar-se do povo, lembrar-se do sofrimento do povo e lembrar-se, como ele diz, de o povo sorrir, pelo menos no futebol. “Porque já sofre tanto por tanta coisa”
O sofrimento não fica restrito ao futebol mas é o sofrimento do futebol que traumatiza. Os demais são tolerados, ignorados, por serem banalizados. Por isso não damos tanta importância aos demais sofrimentos e não fazemos o dever de casa para consertar o resto, ganhar outras copas. Não estamos jogando para sermos campeões mundiais na educação, para sermos campeões mundiais no saneamento, para sermos campeões mundiais, por exemplo, na  paz das cidades. Embora fracassada, fazemos o dever de casa, para sermos competitivos no futebol, mas não estamos fazendo o dever de casa para o Brasil ser melhor, mais eficiente, mais justo, e não percebemos este fracasso. Por isso não sofremos, diante dos males banalizados. Sofremos porque o Brasil não é campeão mundial de futebol este ano – já foi cinco vezes –, mas não sofremos porque não estamos fazendo um Brasil melhor.
Quando vi o David Luiz pedindo desculpas, pensei: quem devia estar ali pedindo desculpas éramos nós os Senadores, os Deputados, os Ministros, os Governadores, a Presidente da República, porque somos nós que estamos em campo para fazer um Brasil melhor. Nós somos a seleção brasileira da política para a definição dos rumos do País. E nem ao menos lembramos que o papel do político é eliminar os entulhos que dificultam o caminho das pessoas à busca de sua felicidade pessoal. Eles estavam em campo para fazer o Brasil campeão. Nós estamos em campo para fazer um Brasil melhor e não estamos conseguindo chegar nem ao quarto, nem ao décimo, nem ao vigésimo, nem ao quinquagésimo lugar. Estamos chegando ao octogésimo quinto no Índice de desenvolvimento Humano, octogésimo oitavo na educação. Estamos perdendo de 103 a zero em Prêmio Nobel para a Alemanha.
O mais importante para o futuro do País não é o campeonato de futebol, embora esse toque mais na alma da gente, o maior campeonato que estamos
perdendo são as condições sociais, as possibilidades de eficiência na economia, a educação, segurança, a saúde, a corrupção. Esses são os campeonatos que devem fazer com que nós brasileiros trabalhemos para superar.
O Davi Luís deu todo o seu esforço e nos colocou primeiro entre as seleções selecionadas para a Copa, porque muitas ficaram de fora; depois nos fez passar para oitava, para quarta e agora estamos nas finais, e apesar disso ele nos pede desculpas, “por não ter feito o povo sorrir, pelo menos no futebol” – como ele disse – pelo menos no futebol, mas não basta só o futebol. Pelo menos no futebol porque essa é a tarefa dele, mas aqui, nesta casa no Congresso não basta o futebol.
Sofri ontem como qualquer brasileiro, mas eu quero agradecer aos jogadores que nos colocaram nessa posição.
Quero agradecer, ao David Luiz, quando ele nos deu esta lição: “Eu só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol.” Você não conseguiu, David Luiz, fazer o povo sorrir plenamente no futebol, mas você conseguiu nos despertar para o fato de que nós não estamos conseguindo fazer o povo sorrir pelas outras coisas das quais eu sou um dos responsáveis.
Por isso, desculpa, David Luiz.
Cristovam Buarque,
Professor da UnB e Senador pelo PDT-DF. 

domingo, 13 de julho de 2014

Meu palpite de hoje!

Ligo a TV e é palpite pra todo lado. Para a maioria Alemanha, e para alguns Argentina. Time por time a Alemanha é melhor, mas doutro lado tem Messi, tem Masquerano jogando o fino e tem técnico, raça e estabilidade emocional, o que faltou para o Brasil. Fica difícil de cravar...portanto o Campeão Mundial de 2014 é...não sei! Estou muito mais curioso para ver o relatório do Felipão.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Isto foi em 2013.

Em 2013 logo após a Copa das Confederações o ex-jogador alemão Paul Breitner esteve no Brasil, e concedeu uma entrevista onde chama atenção para o atraso do futebol brasileiro. Eles, os alemães, já sabiam que não ganharíamos a copa com nossas estratégias obsoletas.

domingo, 6 de julho de 2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Ausência.

Há exatos 40 anos atrás perdi meu pai em um acidente de automóvel. Tinha ele 48 anos e eu 19 anos. Quanto gostaria que convivêssemos mais, mas o tempo que passamos juntos, embora curto, foi muito bom. Meu pai nesse lapso de tempo foi capaz de enraizar princípios morais e éticos que carrego comigo pelo resto da vida. Aprendi com ele a gostar da boa música, da bossa nova, do samba canção, do samba de raiz, do jazz ao clássico, e quem diria dos Beatles. Lembro que meu pai gostava muito de Something, The Long And Winding Road e Blackbird do grupo londrino. Foi com ele que passei a gostar de ler, li ainda bem jovem Monteiro Lobato, devorei uma coleção inteira de livros fantásticos sobre As Aventuras de Tarzan. Li também uma coleção que vendia nas bancas com literatura infanto-juvenil (Júlio Verne, Homero, Mark Twain, Robert Louis Stevenson, Daniel Defoe). Depois: Machado de Assis, Eça de Queiroz, Érico Veríssimo, Malba Tahan, Graciliano Ramos, Victor Hugo, Cervantes, Dostoiévski, Tolstoi, James Joyce, Oscar Wilde, Ernest Hemingway e muitos outros. Hoje me dedico à leitura de biografias de músicos e de autores consagrados. Meu pai também deixou comigo o humor refinado, que tento fazer sem a mesma genialidade. Foi com ele que aprendi a gostar de matemática, e por tabela a estatística, hoje meu ganha pão. Imagino se ainda fosse vivo, quantas coisas mais aprenderia com ele. A evolução da informática e o Prof. Renato juntos, dariam um salto muito grande na forma de aprender e transmitir conhecimento para muita gente. Recentemente um professor da UFPa. (João Batista do Nascimento), que não teve a felicidade de conhecer meu pai, descobriu o Prof. Renato e sua dedicação ao ensino da matemática. Leu sua única obra impressa (Teoria dos Conjuntos), e ficou maravilhado com a forma pelo qual ele explicava essa ciência. Era uma didática simples, de fácil entendimento e prazerosa de ouvir. Ainda hoje sou parado nas ruas por pessoas que tiveram a oportunidade de serem alunos de meu pai, para enaltecer essas qualidades e agradecer o que meu pai ensinou a eles. Prova inconteste de que seus ensinamentos eram e são perenes, sobrevivem ao tempo. Esse era o meu pai, cuja ausência até hoje não preenchi.

domingo, 15 de junho de 2014

Cante o Hino da Copa

Aprenda a cantar o verdadeiro Hino da Copa - Desculpe Neymar (Edu Krieger).

sábado, 14 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Pobre adora pobreza!

Parece que o falecido carnavalesco Joãozinho Trinta foi desmentido de vez, pois esse negócio de que pobre adora luxo e riqueza é pura balela. Primeiro foi o Lula que disse recentemente que: “ir para os estádios de futebol de metrô é babaquice”, (pobre tem que ir a pé mesmo). Na semana passada foi a Dilma ao inaugurar o inacabado e cheios de goteiras aeroporto internacional Tom Jobim no Rio de Janeiro: “esse aeroporto é do povo”. Nos dois casos ficou claro que esse discurso calhorda, (tentando tirar de si a responsabilidade assumida à sete anos atrás quando aceitou as condições impostas para fazer a Copa do Mundo), acabou por revelar o conceito que o PT tem de povo. Aos pobres basta dar um puxadinho qualquer, é só liberar a bolsa família que eles aceitam felizes da vida.

sábado, 31 de maio de 2014

Coisa bonita de ver # 28.

Bandidagem pura.

Quanta decepção, foi criado pelos trabalhadores, empunhando a bandeira da moralidade e da ética, hoje é isso aí:
O Partido do Crime
30/05/2014 02h00
Não se trata de um evento trivial. Luiz Moura (PT-SP), deputado estadual, foi surpreendido numa reunião na sede da Transcooper, uma cooperativa de vans e micro-ônibus, de que ele é presidente de honra, em companhia de 13 pessoas que, segundo a polícia, são ligadas ao PCC. Um assaltante de banco foragido participava do convescote. Segundo a polícia, o encontro tinha o objetivo de planejar novos incêndios contra ônibus na capital. Os veículos atacados pertencem invariavelmente a empresas privadas, nunca às tais cooperativas.
Moura integra o grupo político de Jilmar Tatto, deputado federal licenciado (PT-SP) e secretário de Transportes da gestão Fernando Haddad. O próprio Tatto é muito influente nisso que já foi chamado "transporte clandestino", tornou-se "alternativo" e acabou sendo oficializado. Hoje, as cooperativas celebram contratos bilionários com a prefeitura.
Não há um só jornalista ou um só político de São Paulo que ignorem o fato de que o PCC se imiscuiu na área de transportes por meio de cooperativas. Em 2006, foi preso um sujeito chamado Luiz Carlos Efigênio Pacheco, então presidente da Cooper-Pam. Conhecido como "Pandora", o homem foi acusado de financiar uma tentativa de resgate de presos de uma cadeia de Santo André. Ele negou ligação com o crime organizado, mas disse que, por ordem de Tatto, então secretário de Transportes da gestão Marta Suplicy, levou para a sua cooperativa integrantes do PCC. O chefão petista repeliu as acusações. Só não pode repelir a sua óbvia proximidade com as ditas cooperativas e o incentivo que deu, ao longo de sua carreira, a essa, vá lá, "modalidade de transporte".
Há muito tempo a PF já deveria ter se interessado por esse assunto –e não só em São Paulo. Seja o deputado Luiz Moura culpado ou não –já volto a seu caso–, o transporte público tem sido uma das portas de entrada do crime organizado no Estado brasileiro. O setor está se transformando numa lavanderia do dinheiro sujo, com tentáculos no Executivo e no Legislativo. Para saltar para o Judiciário, se é que já não ocorreu, é questão de tempo.
Agora volto a Moura. Na quarta-feira, o deputado discursou na Assembleia Legislativa. Ele se disse inocente e afirmou que está sendo perseguido pela imprensa. Entenda-se por "imprensa", leitor amigo, aquela gente que decide noticiar o que é notícia, o que costuma incomodar os companheiros, daí que eles tenham convencido a presidente Dilma a abraçar a tese da "regulação da mídia". Li, na quinta, nesta Folha, a seguinte declaração de Moura: "Hoje, a imprensa, indiscriminadamente, noticia que fui um ladrão, que fui um assaltante, sempre relembrando o passado. E a Constituição é muito clara: diz que todo o cidadão tem o direito de se recuperar".
Bem, em primeiro lugar, ele realmente foi "ladrão e assaltante". E não cumpriu os 12 anos de pena a que foi condenado porque fugiu. No dia 5 de janeiro de 2005, ao obter o perdão judicial –e isso também foi noticiado–, assinou uma declaração de pobreza em juízo, afirmando "ser pobre na acepção legal do termo, não tendo, portanto, condições de prover as custas e demais despesas processuais e o ressarcimento da vítima, sem prejuízo do sustento próprio e de sua família". Tadinho!
Quatro anos depois, ele já era dono de um posto de gasolina onde funcionava um caça-níqueis. Ao concorrer a deputado federal, em 2010, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 5.125.587,92 (mais de R$ 1 milhão por ano, desde aquela sua pobreza fabulosa). Pergunta: agora que é milionário, fez alguma coisa para "ressarcir a vítima"?
No PT, Moura já não é um qualquer. Na sua festança de aniversário, a figura de destaque foi Alexandre Padilha, ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo. Discursou com entusiasmo. Se Padilha vencer, Moura poderá ajudá-lo a cuidar da área de transportes, como ajudou Marta Suplicy e Fernando Haddad. Está em sua honrada biografia.

ACORDA BRASIL!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Socialistas de merda.

Dia desses o Paulo Andrade mandou um email sobre Marx, e nele relembrava uma frase do falecido economista que foi Ministro da Fazenda, Mário Henrique Simonsen, sobre o comunismo: “aquele que aos 18 anos não fora comunista, era um desalmado, mas os que aos quarenta continuavam a sê-lo, eram imbecis!”. Falo isso, pois essa história de esquerda e direita, da forma como era no passado é puro romantismo, porém há algumas múmias ideológicas que teimam e fazer acusações a minha pessoa, que sou de direita, liberal, pelego e outras qualificações ultrapassadas e imbecis. Ao longo de minha vida nunca vi esses caras praticando, tomando atitudes que se possa qualifica-los como socialistas. Dizer por dizer que são é muito fácil. Um dos princípios do comunismo a socialização da “riqueza”, nunca foi praticada por nenhum deles. E por mais paradoxal que possa ser, para eles, em toda minha trajetória profissional sempre busquei dividir minha capacidade de gerar renda com muita gente, só o BMP, minha empresa de pesquisa, já ocupou mais de 15 mil pessoas, nos 24 anos de sua existência. Quem me conhece sabe que não tenho ambição para acumular patrimônio ou algo do gênero. Sou daqueles que priorizo a acumulação de amigos para partilhar felicidades, e vez de amealhar patrimônios ou bens duráveis de alto valor de mercado. Até os discos que colecionei por um bom tempo, que poderia ser meu grande tesouro, vendi para garantir a manutenção do que faço. Se ser de direita, liberal e pelego é quem taca o cacete neste governo corrupto do PT e busca de todas as formas tirá-los do poder, então sou. E vocês o que são?

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Qualquer semelhança é mera coincidência.

Quem lê esse infograma feito pela Folha de São Paulo, com base em dados oficiais do TSE, sobre as doações de 2013 feitas ao Partido dos Trabalhadores, pode pensar de cara que essa história do partido defender financiamento público de campanha é um tiro no pé. Vai perder doações polpudas de empreiteiras e outras empresas brasileiras de grande porte. O mais interessante nessa história, é que nesta lista de bons doadores aparecem: Camargo Correa, OAS e Odebrecht (que juntas constroem em consórcio a Refinaria de Abreu Lima prevista inicialmente para custar US$ 2,5 bilhões, e que já está na casa dos US$ 18,5 bilhões); a Odebrecht (que construiu o Porto de Cuba com recursos do BNDES em operação misteriosa que nem o TCU ainda conseguiu avaliar); a Friboi (que dizem ser de Lula, mas não é, cujo valor de mercado é de R$ 8 bilhões, mas que recebeu mais de R$ 18 bilhões de empréstimos do BNDES em também operação de pai pra filho). As menos conhecidas como a Estre Ambiental e a UTC Engenharia que estão na lista, para quem não sabe, são fornecedoras da Petrobrás (com contratos que chegam a R$1 bilhão). Basta digitar no google o nome de cada uma delas e, pode parecer uma grande coincidência, por trás de todas elas há somas vultosas de dinheiro público envolvido. Será que é por isso que o PT defende o financiamento público de campanhas?

P.S. Notem que as doações de pessoas físicas são menos de 0,1%, valor certamente na medida para pagar as multas dos mensaleiros!? (arrecadadas em tempo recorde).

domingo, 11 de maio de 2014