Músicas, Seriedades, Burridades e Coisas Ogonorantes.

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domingo, 4 de agosto de 2013

Paulo está certo.

Podem dizer os diabos, mas o Paulo Chaves está corretíssimo quando promove o festival de ópera para ajudar no desenvolvimento da cidade, que teima em privilegiar bregueiros e outros ruídos horrorosos. As pessoas, principalmente as crianças, precisam ser educadas, ouvir o que de fato presta, para termos uma sociedade evoluída culturalmente. Vejam esse filme publicitário feito pelo Itaú.
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9 comentários:

  1. O Festival precisa existir. Claro! O pessoal de outras áreas protesta é contra o mutismo do Secretário e as despesas exageradas e injustas para pagamento de artistas de fora. Nós temos gente bem formada. Que venham os de fora mas,com valores compatíveis. Incomoda o exagero perdulário. O Secretário é pródigo, realmente, com o dinheiro do Governo. É bom não esquecer que se esta música do povo incomoda aos rapazes sensíveis, ela serve de inspiração à peças clássicas. "O brega é a alma do povo paraense"

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  2. Acho um exagero qualificar o Paulo de perdulário, qualidade não significa ser perdulário. Posso de afiançar que o custo de manutenção de uma obra do Paulo é infinita vezes menor que uma obra desses outros que estão criticando o Paulo. Assim sendo, na ponta do lápis, é melhor optar pelo bom e caro das obras duradoras do Paulo.
    Imagino o Stravinsky sentado em sua poltrona ouvindo Pinduca para buscar inspiração e compor suas melodias.
    Quanto ao brega ser a alma do povo paraense, essa extrapolou as raias de sensatez, ou não. Vai ver que é por isso que aqui se morre mais de infarto. Também com os corações bichados, querias o quê.

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    1. Faltou dizer, aliás tu saaabbbbeeees, a turma daqui cobra pouco pois não se valoriza. Já vi muito neguinho tocando a noite no Cosanostra por uma pizza. E essa desvalorização de gente da terra é geral, não é só com música, é com a arte em geral. É na pintura, escultura, fotografia e por aí vai. É gente marretando sua arte sem dó nem piedade. Por que não se rebelam contra os compradores (inclusive tu Camilo), que pechincham, aviltam e pagam niqueis ou pizzas. Até as ruínas do Teatro São Cristovão virou obra do Paulo, santa paciência. Caceta se não fosse o homem não se teria nada para ver nessa bosta de terra. Tem que tirar o chapéu pro cara. Bom gosto é bom não se discute.

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  3. Ninguém deixa de tirar o chapéu par os merecedores. E o Paulo CXhaves merece. As obras bem feitas, claro, carecem de menor manutenção. Mas eu te imagino sendo chefiado e guiado por uma pessoa que não fala contigo, não te dá ouvidos e nem escuta o que opinares. O Pinduca tem sim obras executadas até pela Filarmônica de Berlim. Então voltemos aos tempos da ditadura. Pechinchar é da natureza humana. É transcendental. Não é a cobrança dos atos, é o incentivo às culturas popular e clássica que falta distribuir equitativamente. Ora bolas!

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    1. Camilo não entrei no mérito do jeito de ser do Paulo, assim já é demais. Todos nós temos os nossos defeitos, e ninguém é perfeito. Por que não se criticou o Secretário de Cultura da Ana Júlia? Que manteve o festival de ópera, pagou valores diferentes para músicos daqui e de fora, não meteu um prego no patrimônio histórico da cidade. Transformou o Hangar numa Casa de Recepção. Esses (outros Secretários anteriores) sim eram mudos para a sociedade, não ouviam, não falavam, e não disseram para que vieram. A explicação é simples, é melhor criticar aquele que incomoda, aquele que faz, do que cutucar cachorro morto. Até o Lúcio Flávio veio a tona criticar o Paulo por ter derrubado o muro do Forte do Castelo. Ora bolas digo eu, derrubaram o muro de Berlim e todos adoraram, aplaudiram. Agora se pode ver a beleza do Forte, antes escondida pelo muro.
      Acho o movimento oportunista e sem foco. Escolheram o Judas errado. Se bem conheço o Paulo, ele está se lixando para esses manifestantes culturais, que brigam por um espaço mais valorizado de dia, e de noite se submetem a tocar em porões sem estrutura por vinténs e vender suas obras como se fossem ambulantes de amendoim. Para encerrar, com toda certeza a Filarmônica de Berlim quando tocou Pinduca, foi em festival de cerveja, como os músicos totalmente embriagados, tocando para alemães ogonorantes, desses de sindicatos portuários. Não pense pequeno. Cultura popular tem sua importância, mas jamais pode ser comparada a arte que requer conhecimento, inteligência e capacidade para materializar.

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  4. Reconheço tudo. Mas ninguém se furtaria de reclamar de algo tão exposto. Gosto de tudo feito pelo Paulo. Ele é competente, clássico e progressista. Quanto aos defeitos, que todos nós temos, ele deve confinar na cozinha da casa dele e não no direcionamento de políticas públicas. Porém, o fato de ele não querer falar com o povo, tal e qual os petistas, não é comportamento elegante. O povo do PT que seja mal educado. E se não é referência de educação, não deve servir de exemplo, principalmente, ao Paulo Chaves, um grande príncipe. A comparação entre as derrubadas do Muro de Berlim e o Muro do Castelo merece um estudo profundo. Vou consultar os nazistas.

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    1. Não entro no mérito da personalidade do Paulo, se for esse o foco do movimento pior ainda. Não venha me dizer que a Dona Onete é uma educação em pessoa, coisa finíssima. Jamais cuspiu no chão. Na consulta que farás aos nazistas ouvirás que o muro tem que permanecer de pé, regras de regimes ditatoriais.

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  5. Chamar arquiteto de reformador e decorador é coisa pra macho, mas apanhar do Ronaldo, não! Durma-se com um barulho desse!

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  6. Anônimos, sempre os anônimos.... pobres anônimos...os sem cara.

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